A cada dia que passa mais substituições tecnológicas são feitas em diversos setores de atendimento ao público, nos levando a usufruir cada vez mais de telas. Isso está tornando o "tocar" uma referência do “touch” de smartphones e tablets. Em pouco tempo, o “touch” também será completamente substituído por opções mais rápidas e seguras como o comando de voz e protótipos oculares. Até mesmo nas terapias, as mãos estão dividindo mais espaço com os aparelhos. O futuro está ligado à diminuição de esforço físico! Mas a pergunta é: o quanto isso afeta a aproximação social?
As terapias manuais são a permanência da essência humana! Uma forma de resistência em servir com o calor da alma, não por necessidade de sobrevivência, mas por qualidade de vida. O conceito SPA (Serviço Personalizado de Atendimento) é o futuro paralelo da tecnologia. Não são inimigos, pelo contrário, esses avanços supervalorizam o aconchego do contato tátil. Receber uma massagem ao final do expediente - ou até mesmo no intervalo dele - (é o caso do atendimento empresarial adotado por multinacionais como a Apple e Facebook) é um verdadeiro refúgio, essencial para a recuperação física e mental, uma vez que há excesso de informação e demanda.
Médicos já têm indicado terapias manuais como tratamento em substituição de remédios ou tratamento complementar. O Dr. Davi da Costa Furtado, reumatologista de Nova Friburgo, é um dos defensores dessa aproximação humana e receita a massoterapia para seus pacientes. A tendência é que a medicina tradicional e a alternativa caminhem lado a lado cada vez mais, tratando o máximo de queixas possíveis de forma não invasiva. As mãos são ferramentas naturais poderosas.






